quarta-feira, fevereiro 25, 2009

À derivar...


Que saudade dos meus filhos!
Saudades da muié
De meus amigos, de mim
De tudo o mais
e do nada, sequer

Não escrevo como quem morre
Mas vivo a ler Bandeira
Augusto dos Anjos
Algumas freiras
E a verdade

Pobre mente infeliz
Nunca viu, nunca veu
nem veio, sem sorte foi
Deus,
Para onde, longe, mesmo, veio?

Ricardo Ferreira
"Nuwanda"
20-02-09

2 comentários:

Lucas de Oliveira disse...

Eu te leio como quem morre... Morre de amor por ti! *-* (Só rpa constar, eu não sou gay) =P

rsrs

Marcio RIbeiro disse...

Ahahaha ... que massa esse poema ... eu li ha muitos anos Augusto dos Anjos !!! Saudades ... ou naum neh !!! :) Abraç(o_____ a todos ...